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Associação das concentrações séricas de 25-hidroxivitamina d com qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa (2016)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: LOBO, DANIEL MEDEIROS - FSP ; SOARES, THAIS DE AZEVEDO - FSP
  • School: FSP
  • Sigla do Departamento: HNT
  • Subjects: MULHERES; OSSO E OSSOS; PÓS-MENOPAUSA; VITAMINA D
  • Keywords: 25 – hidroxivitamina D; HR-pQCT; Mulheres na pós-menopausa
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A Vitamina D tem uma variedade de funções importantes para o organismo e sua deficiência está associada a diversas desordens. Dentre tais funções, destaca-se a manutenção da homeostase da massa óssea e, apesar de estar clara a relação da vitamina D com a densidade mineral óssea, poucos estudos avaliaram as concentrações séricas da vitamina D com parâmetros de qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa. Objetivo: Avaliar a associação das concentrações séricas de 25OHD em mulheres na pós-menopausa com parâmetros de microarquitetura e resistência óssea. Métodos: O presente estudo teve um desenho transversal e foi realizado um questionário geral para avaliar o perfil em relação ao histórico pessoal de doenças, uso de medicamentos e suplementos, raça, idade e hábito de fumar. Também foram avaliados o peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e o nível de atividade física pelo Questionário Internacional de Atividade Física - Versão Curta. A ingestão de macronutrientes e de vitamina D foi avaliada por meio de recordatórios alimentares e a qualidade óssea pela Tomografia Computadorizada Quantitativa Periférica de Alta Resolução (HR-pQCT). As concentrações séricas de 25OHD foram mensuradas por quimioimunoensaio e utilizadas para dividir a coorte em três grupos: Deficiente (<20 ng/mL), Insuficiente (20-30 ng/mL) e Suficiente (> 30 ng/mL). Resultados: A amostra foi composta por 138 mulheres, na pós-menopausa, com idade média de 56±5 anos, predominantemente branca, ativa, não fumante e com IMC de 28±4 kg/m2. O consumo de macronutrientes estava dentro do recomendado, mas a ingestão de vitamina D estava abaixo do recomendado (1,50±1,27 vs. 10μg/dia). Da amostra, 89% apresentavam níveis séricos de 25OHD insuficientes (21,30±7,5 ng/mL) e não foi encontrada correlação entre a ingestão de Vitamina D e a 25OHD (r=0,02; p=0,85).Não foi observada diferença na qualidade óssea, quando comparados os três grupos, de acordo com as concentrações séricas de 25OHD, ajustado por tempo de menopausa, nível de atividade física e IMC. Observou-se uma correlação positiva entre as concentrações séricas de 25OHD e a resistência óssea da região do rádio (Rigidez do tecido [S]: r=0,24, p=0,03 e Estimativa da carga máxima suportada [F.Load]: r=-0,24 e p=0,03). Conclusão: Este estudo mostrou uma correlação positiva entre a 25OHD e resistência óssea, sugerindo a importância na vitamina D na qualidade óssea.
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    • ABNT

      LOBO, Daniel Medeiros; SOARES, Thais de Azevedo; PEREIRA, Rosa Maria Rodrigues. Associação das concentrações séricas de 25-hidroxivitamina d com qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa. [S.l: s.n.], 2016.
    • APA

      Lobo, D. M., Soares, T. de A., & Pereira, R. M. R. (2016). Associação das concentrações séricas de 25-hidroxivitamina d com qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa. São Paulo.
    • NLM

      Lobo DM, Soares T de A, Pereira RMR. Associação das concentrações séricas de 25-hidroxivitamina d com qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa. 2016 ;
    • Vancouver

      Lobo DM, Soares T de A, Pereira RMR. Associação das concentrações séricas de 25-hidroxivitamina d com qualidade óssea em mulheres na pós-menopausa. 2016 ;

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